Quem Somos

A VINHA - Videira e Ministérios Associados

Propósito e níveis de relacionamento

A VINHA é uma rede apostólica, um conjunt
o de igrejas e ministérios unidos sob uma liderança apostólica com a finalidade de se fortalecer, crescer e multiplicar por meio da estratégia das células e do discipulado.
Jesus disse que o Reino de Deus é semelhante a uma rede (Mt 13.47), portanto, quanto mais a estrutura da igreja se aproximar do padrão de Deus, mais semelhante a uma rede será.
Numa rede de pescar, os nós representam as pessoas e as linhas entre eles, as conexões de relacionamentos. Como em uma rede, as ligações que nos unem não são estruturas formais, mas o amor, que é o vínculo da perfeição (Cl 3.14); e essa é a ligação mais poderosa da terra. Todas as conexões dentro da VINHA estão construídas sobre a base do amor.
Como uma rede apostólica, não nos organizamos como uma denominação e tampouco como um ministério independente. Assim, para que fique clara a diferença entre uma denominação, igrejas independentes e uma rede apostólica, veremos a seguir a definição de cada uma.

O que é uma denominação?
Em linhas gerais, uma denominação é definida como um grupo de igrejas evangélicas que possui o mesmo nome, a mesma Confissão de Fé e o mesmo tipo de governo. A experiência histórica de todos os movimentos que se organizaram como denominação foi o de se institucionalizar, tornando-se uma estrutura centralizada e rígida. O resultado é o surgimento de uma tradição tão inflexível que compromete o crescimento e a relevância da própria Igreja.
Essa estrutura institucionalizada e organizacional sufoca qualquer tentativa de mudança eÂ&xnbsp; crescimento. Ela se torna corporativista, transformando-se na própria razão de ser do movimento. Assim, algo que nasceu por um avivamento ou grande despertamento espiritual, passa a ser o centro e a razão da existência da denominação. Sistemas, estilos, preferências, rituais e tradições acabam tomando o lugar do fogo original.
Toda denominação possui estrutura de funcionamento, doutrina e forma de governo bem definidas. Qualquer novidade ou tentativa de mudança é combatida com veemência. Essencialmente, qualquer denominação é antimudanças de qualquer tipo. A mais antiga, a Igreja Católica, por exemplo, chegou a celebrar seus cultos numa língua morta ininteligível e com um sacerdote de costas para o povo. Tudo isso em nome da preservação da tradição. Rigorosamente, todas as denominações têm a mesma tendência.
Mesmo não representando o padrão que cremos ser o de Deus, o modelo denominacional possui algumas vantagens. Em primeiro lugar, gera um forte senso de lealdade e compromisso das pessoas para com a organização. Isso acontece porque, nesse modelo, há grande ênfase na estrutura e as pessoas desejam alcançar uma posição dentro dela.
EmÂ&xnbsp; segundo lugar, a denominação produz um senso de identidade que protege a igreja de influências erradas e se torna um guardião de determinada verdade. Em alguns casos, essa identidade foi firmada em séculos de testemunho da história.
Finalmente, uma denominação possui sistemas e métodos compartilhados, o que traz segurança a seus líderes e facilita a reprodução do modelo, gerando um sentimento de estabilidade e constância.
Assim, se por um lado a denominação funciona bem filtrando os maus pastores e impedindo pessoas desequilibradas de prosseguirem trazendo dano, por outro lado, ela impede qualquer tipo de liderança que almeje algo não convencional.
Numa denominação, o pastor local é um mero executivo e não tem liberdade de exercer o ministério de modo diferente daquilo que a denominação estabeleceu há séculos. Em outras palavras, o ambiente das denominações impede o surgimento de grandes lideranças. Não há espaço para grandes sonhos. O pastor deve se ater aos parâmetros já pré-definidos e, qualquer um que fizer algo diferente dos padrões comumente aceitos na denominação será considerado rebelde.
Por isso, aqueles que desejam avançar em direção a novas revelações, veem como única possibilidade sair do sistema denominacional. Como enxergam a organização da denominação como algo opressivo, então, tratam de ficar o mais longe possível de estruturas e estabelecem o que chamamos de ministérios independentes, onde há pouca ou nenhuma estrutura.

O que é uma igreja independente?
Igreja independente é aquela que caminha sozinha. Em geral, é a única que possui determinado nome e, mesmo que haja congregações, todas estão sob a autoridade do mesmo líder que, normalmente, é seu fundador. Essas igrejas não têm a história, a tradição nem o alcance de uma denominação. São Igrejas novas, ágeis e sem amarras, todavia, comumente desestruturadas.
As igrejas independentes são o lado oposto do denominacionalismo e também possuem algumas vantagens. Em primeiro lugar, há liberdade e espaço para a criatividade e o desenvolvimento de um ministério com liberdade.
Em segundo lugar, possuem abertura para abraçarem o mover do Espírito por causa da completa liberdade e flexibilidade que proporcionam. Essa é uma grande vantagem, pois as igrejas independentes são as que mais crescem, por apresentarem o ambiente ideal para que grandes líderes sejam levantados.
Mas, o que é vantagem pode se tornar em grandes desvantagens. Normalmente, tais ministérios não possuem um governo forte nem uma visão clara. Não possuem uma estrutura deÂ&xnbsp; liderança nem regras e compromissos. Isso significa que não possuem as bases para que haja lealdade e compromisso. Por isso as organizações independentes sempre sofrem com a evasão das pessoas em momentos de crises e desconfortos. Os membros possuem o mesmo espírito que sua organização, são independentes e se permitem buscar aquilo que julgam ser melhor para eles, não permanecendo onde não se sentem bem.
Outra desvantagem é que as igrejas independentes possuem sérias dificuldades de se multiplicarem em novas igrejas, pois não possuem um modelo que possa ser reproduzido.
Porém, a maior desvantagem desse modelo independente é que sem uma estrutura para proteção e prestação de contas, os maiores absurdos podem ocorrer: escândalos financeiros, sexuais, erros doutrinários grosseiros e até influência satânica.
O pior exemplo de uma igreja independente foi o vivido por Jim Jones e seu rebanho suicida. Esse tipo de situação ocorre porque não há a menor possibilidade de o líder prestar contas a quem quer que seja no tocante ao seu modo de gerir as finanças da igreja, sua vida familiar e moral, muito menos seu ensino e prática teológica. Não há alguém a quem se submeta ou, em caso de erro, tenha acesso ao líder para admoestá-lo.
Assim, a existência de uma igreja independente raramente ultrapassa uma geração sem que desapareça. Morre o líder, desfaz-se a igreja.
Uma igreja independente que consegue êxito treinando líderes, multiplicando suas congregações e tendo uma liderança catalisadora que concebe uma eficiente organização, provavelmente se transformará numa nova denominação.
Contudo, nenhum desses dois modelos reflete o coração de Deus. Uma denominação possui uma estrutura que permite a fidelização e a facilidade de multiplicação, mas possui a desvantagem da falta de liberdade. Seus pastores se sentem parte de uma grande organização, mas são dependentes da estrutura denominacional.
As igrejas independentes, por outro lado, possuem liberdade de expressão e criação, mas, pela falta de estrutura, não têm membros leais, não conseguem se multiplicar facilmente e estão sujeitas a todo tipo de desequilíbrio. Além disso, igrejas independentes vivem isoladas e solitárias, sem apoio e assistência e sem poder compartilhar seus dons com outras comunidades.

Redes apostólicas
A rede apostólica nos permite desfrutar das vantagens tanto de uma denominação como de um ministério independente. Nela, as igrejas são independentes, pois são autônomas, mas também são dependentes, uma vez que estão recebendo visão, transferência de unção e apoio da equipe apostólica e de outros participantes da rede que compartilham dons, habilidades e estratégias.
Numa rede apostólica, a relação é de interdependência †somos livres para avançar ministerialmente, mas dependemos de outros irmãos, em amor, para sermos equilibrados e guardados em nosso ministério.
As redes apostólicas surgiram como uma maneira de evitar os riscos da independência e do denominacionalismo. Isto é, não ser um grupo independente frágil nem uma denominação rígida e anti-mover de Deus.
Historicamente, muitos irmãos têm buscado uma alternativa que nos leve de volta para o avivamento da Igreja primitiva e apostólica. Foram grupos que tentaram evitar a acomodação e estagnação em velhas liturgias, tradições e preferências teológicas. Sempre desejaram cruzar fronteiras e fazer o que ninguém fez rumo ao caminho de volta Ã&xnbsp;quela igreja viva, frutífera e poderosa do primeiro século.
Essa visão nos influenciou profundamente com a sua ênfase na restauração da Igreja. Daí podermos dizer que somos inclusivos, oramos pela restauração da Palavra numa exposição ungida, viva e revelada; jejuamos pela unidade da Igreja; anelamos pela restauração do serviço de todos os crentes como ministros e ansiamos pela manifestação poderosa da presença de Deus, onde o fluir do Espírito se manifeste livremente e a congregação possa, espontaneamente, se manifestar louvando e adorando a Deus, experimentando Seus sinais e maravilhas. Cremos e esperamos pela restauração dos cinco ministérios mencionados em Efésios 4.11 e por uma forma organizacional da Igreja que seja menos organização e mais família, ao modo da Igreja primitiva.
Nos anos oitenta, era relativamente comum dizer que, quando alguma igreja desejava adotar a mesma visão, ferramentas e práticas de outro ministério, ela passava a receber uma â€cobertura†espiritual. Porém, o tipo de ligação praticado naqueles dias era indefinido e pouco prático. Cobertura espiritual podia significar muitas coisas: vínculo em autoridade; acompanhamento pastoral; mentoreamento quanto Ã&xnbsp;s práticas que se pretendia implementar nas igrejas; relacionamento de comunhão espiritual; partilhamento financeiro em projetos comuns. Assim, o que se notou foi que os vínculos eram frágeis demais para os resultados práticos pretendidos. Queríamos ganhar as nações, mas a realidade dessa â€cobertura†era muito frágil, superficial e ela acabou por ser abandonada.
Na situação atual, quando se fala de rede apostólica, há de tudo um pouco. Em alguns casos, são irmãos que vêm do antigo movimento de Restauração, gente muito íntegra que, entre outras coisas, rejeita títulos e acredita em um avivamento final que trará a unidade orgânica da Igreja antes da volta da Senhor. Esses, normalmente, lideram pastores e igrejas com aspirações muito nobres, mas, infelizmente, produzem pouco impacto no crescimento das igrejas e na multiplicação de líderes.
Temos também alguns clubes de apóstolos, cada um deles com sua característica e muitos sem nenhuma igreja. Usam o título de apóstolo apenas para se colocarem acima dos demais numa suposta autoridade.
Há ainda as redes apostólicas onde o líder procede de uma igreja independente que cresceu muito além da localidade. Esses possuem o reconhecimento natural daqueles que nasceram debaixo de seu próprio ministério e são fruto deste. O problema com muitas dessas redes apostólicas é que violam a mesma visão restauradora que as gerou. Ao invés de desembocarem naturalmente na visão e prática das células onde cada crente recebe investimento para ser um líder, produzem uma estrutura sufocante, hipercentralizada, personalista e, muitas vezes, cruel.
Em algumas dessas redes, as igrejas locais são meras filiais numa megaempresa e funcionam apenas como fontes de arrecadação financeira, de voto e como meio de viabilização dos projetos do apóstolo. Esses homens, alguns sem escrúpulos nem ética alguma, se veem acima das leis, dos colegas e do próprio Corpo de Cristo. Mentem, corrompem, entram em esquemas políticos, fraudam, sonegam impostos e usam os pastores locais como meros perpetuadores de um modelo de Igreja.
Na prática, tais apóstolos decidiram praticar o que há de pior das denominações e das igrejas independentes: um clericalismo assustador e o massacre do potencial de cada crente e de cada pastor local. Estes não receberão de tais apóstolos investimento algum em sua liderança, seus dons e seu sonho de ministério. Isso realmente não importa em tais estruturas.
Em Efésios lemos que a razão da existência dos cinco ministérios é o investimento nos santos, para o seu aperfeiçoamento na edificação da Igreja produzindo o seu crescimento. Nós apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres existimos para viabilizar o chamado dos santos, mentoreá-los, treiná-los e, finalmente, liberá-los para o desempenho do ministério. Isso tem um potencial explosivo e maravilhoso, pois não sufoca nem limita.
Sob uma ótica bíblica, uma rede apostólica é um grupo de igrejas nascidas ou adotadas por um forte ministério que, devido ao seu fruto, foi reconhecido como apostólico. O apóstolo, diferentemente do profeta, evangelista, mestre e pastor, é pioneiro, isto é, dá início a estruturas chaves para o avanço da obra de Deus. à estruturador, pois possui a capacidade de consolidar e gerar obras prevalecentes. Ele possui a credencial da bênção de Deus com crescimento numérico, milagres, multiplicação de igrejas e prosperidade financeira.
Uma rede apostólica é uma associação de Igrejas que possuem um mesmo ensino, fé e prática e estão sob a liderança de uma equipe de apóstolos, que possui autoridade entre os líderes e Igrejas do mesmo movimento. O nível de relacionamento e influência na vida dos pastores locais e o grau de intervenção nas Igrejas, porém, podem variar.
Numa rede Apostólica saudável, haverá muitas e grandes vantagens. Se esse apóstolo é, de fato, um pai espiritual que se sujeita a outras autoridades, anda no temor de Deus e realmente possui uma unção apostólica divina, quem andar com ele avançará muito. Um novo nível de revelação dos caminhos e princípios de Deus, uma nova medida de vida em todo o ministério, desafios ministeriais mais altos e uma visão muito mais arrojada, a experiência e a prática de uma liderança muito mais dinâmica, o crescimento pessoal, o crescimento numérico da igreja, além de proteção contra excessos serão as vantagens mais notáveis para quem nasce ou é adotado nesse tipo de associação.
Além de tudo isso, se a base do vínculo for uma afinidade santa, agradável e confortável, as igrejas que fazem parte desse movimento sentirão muito mais segurança, sem a desvantagem do controle denominacional. Em casos de crise também haverá sempre a quem recorrer para deliberar, julgar de modo isento ou contribuir com uma palavra de sabedoria e direção. Apóstolos que andam assim são homens santos e que não confiam na carne, se cercam de outros apóstolos e se submetem Ã&xnbsp; correção quando achados em erro.
Tais Homens só atingiram esse nível ministerial por estarem abertos ao Corpo de Cristo e receberem, eles também, um longo e precioso depósito espiritual. As fronteiras do reino de Deus avançam e crescem muito quando verdadeiros apóstolos surgem.

A VINHA †Videira e Ministérios Associados
A VINHA, é uma rede apostólica com algumas características muito peculiares. A Videira e a VINHA foram fundadas pelos pastores Aluízio Silva e Marcelo Almeida e têm sua origem no movimento de restauração.Â&xnbsp; Seus fundadores consideram-se filhos de alguns apóstolos como Sinomar Fernandes e Robson Rodovalho, mas também receberam forte influência do ministério de Jack Schisler, Lucas Huber e Larry Kreider. Foi a partir da vida, da fé, da visão, do ensino, do investimento de amor, das oportunidades e do modelo desses irmãos que seu ministério foi construído.
A nossa peculiaridade é a prática pioneira na Visão de Células. Até onde sabemos fomos os pioneiros no Brasil a conquistar em Deus um modelo que, de fato, ganhava almas, multiplicava células, reproduzia líderes e fazia a Igreja crescer nessa base. Ainda no começo da década de 80, buscamos de Deus essa experiência. Assim, para nós, a prática das células é inserida na visão de que Deus está restaurando Sua Igreja, não apenas em doutrina, em vida, mas também em sua forma orgânica e funcional. O livro de Atos e as cartas dos apóstolos estão cercados desse ambiente celular. Por isto, o modelo que praticamos não recebeu â€nomeâ€, porque não vimos nada novo nele. Aliás, as células são a prática mais antiga da Igreja.
Fomos chamados por Deus a compartilhar as ferramentas para a plantação e o crescimento da Igreja através das células e da VINHA. Desejamos também mentorear e discipular pastores no treinamento de líderes e nas células que se multiplicam uma vez por ano. Assim, temos o encargo de plantar mil Igrejas até o ano de 2020, sendo 900 delas no Brasil e outras 100 no exterior, como um esforço missionário internacional.
Somos uma família de Igrejas Cristãs que caminha em cooperação, amor e aliança e nossa afinidade é baseada nos seguintes aspectos:
Somos mais família que organização. Isto é, estamos juntos porque queremos estar juntos. Reconhecemos paternidade e autoridade entre nós espontaneamente e não por imposição denominacional.
Somos carismáticos. Cremos, experimentamos e desfrutamos da ação viva do Espírito Santo nos dias de hoje. Seus dons, Suas manifestações e a experiência do Batismo no Espírito são realidades fundamentais para o êxito da Igreja.
Vivemos a prática das células. Apesar das controvérsias e de toda a terminologia confusa dos últimos anos, a maneira mais simples de envolver cada crente para o desempenho de seu sacerdócio está na Igreja em células. A Igreja de Atos não era templista nem clerical; nós também não queremos ser. 
Vivemos a restauração da Igreja. Assim, somos inclusivos, isto é, nos vemos como parte da Igreja. Fazemos parte do resultado de séculos de trabalho do Espírito Santo na História. Temos muito da Reforma e dos movimentos posteriores Batista, Presbiteriano, Metodista e Pentecostal. Hoje, estamos determinados a servir o Corpo de Cristo que é Sua Igreja, numa perspectiva de amor e abertura.
A VINHA tem dois braços, um nacional e outro internacional e é governada por um Conselho Apostólico composto hoje por 9 homens de Deus. Seu braço no Brasil, supervisionado pelo Pastor Aluízio Silva, e seu braço internacional, supervisionado pelo Pastor Marcelo Almeida, contam hoje com 92 Igrejas Videira e 140 na família da VINHA.
Desde o início, em 1984, experimentamos um resultado maravilhoso em qualidade, treinamento de líderes e crescimento numérico. Pela bondade do Senhor, temos deixado um rastro de Igrejas plantadas que crescem e são prevalecentes. A experiência tem se repetido em muitas cidades do Brasil, como Goiânia, onde, em dez anos, milhares de pessoas foram ganhas para Cristo. Hoje, incluindo crianças, nossa igreja naquela cidade cruzou a fronteira dos 20 mil membros. Em São Paulo, capital, somos por volta de 6 mil discípulos. 
Na VINHA, nossa família de igrejas, pela graça do Senhor, em muitos casos, tem as maiores igrejas das cidades em que estão. Isso acontece em Mauá, estado de São Paulo; em Palmas, capital do estado do Tocantins; em Cuzco, no Peru; entre os brasileiros que vivem em Atlanta, capital do estado da Geórgia, Estados Unidos, e em muitas outras cidades.
A VINHA existe para apoiar a Igreja no treinamento de líderes, para inspirar e promover a evangelização das nações, o crescimento e a plantação de igrejas. Mentoreamos ministérios e prestamos consultoria para o avanço da causa do Reino. Fazemos isso em amor e com encargo, baseados em um chamado de Deus e em uma unção do Espírito Santo. à por Sua graça, que temos experimentado células que funcionam e se multiplicam, que trazem o crescimento das nossas igrejas e uma prática arrojada de missões. Acreditamos que é possível viver a experiência maravilhosa de uma Igreja que experimenta a glória e o mover do Espírito Santo. Acreditamos que podemos mesmo ser uma família de igrejas, mais que uma organização religiosa fria. Vivemos um discipulado de pastores e líderes que funciona, por isso temos experimentado um rompimento na letargia e na falta de crescimento.

Quais as vantagens de unir-se Ã&xnbsp; VINHA?
A vinculação Ã&xnbsp; VINHA não está alicerçada em sistemas formais de vinculação, mas em relacionamentos de amor. Assim, uma igreja ou ministério que se une Ã&xnbsp; VINHA não apenas tem aquilo que de bom uma denominação pode lhe oferecer †uma estrutura e metodologia de trabalho †mas também tem a liberdade que possuem as igrejas autônomas. Dessa forma, podem desfrutar das vantagens das denominações e das igrejas autônomas sem, necessariamente, ter que carregar o ônus das desvantagens destes sistemas.
Além dessas características, uma igreja ou ministério que se liga Ã&xnbsp; VINHA possui outras vantagens que são pertinentes apenas a uma rede apostólica:

1. Paternidade
Uma das maiores necessidades que pastores e líderes de organizações eclesiásticas ao redor do mundo percebem atualmente em seus ministérios é a falta de pessoas com quem possam se relacionar abertamente para serem ministrados em sua vida pessoal e aconselhados em seu ministério. Eles sentem falta de pais espirituais que verdadeiramente os amem e que estejam preocupados com seu sucesso e bem estar.
Uma das características mais importantes do ministério apostólico tem sido o espírito de paternidade que transmite segurança e confiança aos ministros ligados a ele. Desta forma, os líderes podem desenvolver seus ministérios com confiança, pois recebem afirmação pessoal e a orientação necessária para trabalharem com ousadia, tendo segurança de que aquilo que estão fazendo certamente produzirá os resultados esperados.

2. Visão
Toda forte liderança está baseada em uma visão. A visão consiste em â€o que†se quer alcançar e em â€como†se alcançará o propósito. Muitos líderes de organizações eclesiásticas têm um coração sincero e verdadeiro, desejando glorificar a Deus e trazer essa glória aos homens, mas não sabem exatamente como trazer isso Ã&xnbsp; existência. Normalmente, seguem padrões pré-estabelecidos em sua tentativa, o que, infelizmente, não tem produzido os resultados esperados em nossa geração, bem como não tem transformado nossa sociedade.
Por isso, os ministérios que se unem Ã&xnbsp; rede apostólica não apenas compartilham um desejo comum, mas também a maneira de fazer com que esse desejo se realize da forma mais rápida e consistente possível. Isso faz com que as coisas não fiquem apenas em boas intenções, mas se transformem em resultados específicos e mensuráveis.

3. Unção
Unção é o resultado de um mover de Deus sobre alguém ou algum lugar, em função de haver ali visão e fé capazes de absorver esse derramar do Espírito. Não se põe vinho novo em odres que não sejam capazes de suportar a pressão gerada pela fermentação deste vinho durante seu envelhecimento, pois se o odre não suportar e romper, perde-se tanto o odre como o vinho (Mt 9.17, Mc 2.22, Lc 5.37). Desta forma, só se pode receber uma nova unção (vinho novo) se houver uma visão (odre) capaz de suportar e sustentar esse derramamento, senão, tudo se perde.
Podemos então dizer que sem visão não existe unção. Assim, todos os ministérios que se unem Ã&xnbsp; rede apostólica experimentam uma transferência de unção e, automaticamente, começam a fluir em uma nova dimensão espiritual. Isso pode ser percebido através dos resultados obtidos no projeto de estabelecer o Reino de Deus em suas esferas de atuação. Cremos e temos visto na prática que Deus nos deu uma unção de crescimento e multiplicação.

4. Crescimento
Sabe-se que cada pessoa tem características pessoais distintas. Cada um tem seus dons, talentos e habilidades peculiares. Do mesmo modo, líderes e pastores de comunidades e organizações eclesiásticas possuem características pessoais que determinam suas habilidades e ministérios, fazendo com que sejam fortes em determinadas áreas e limitados em outras.
Uma vez pertencendo Ã&xnbsp; rede apostólica, as igrejas e ministérios recebem apoio através da equipe apostólica que possui pessoas com ministérios fortes e específicos para desenvolver aquilo que os líderes locais têm carência ou falta de conhecimento.
Por outro lado, aqueles líderes locais que possuem fortes ministérios em alguma área específica, podem, por sua vez, se juntar Ã&xnbsp; equipe apostólica para fortalecer as outras comunidades locais, tendo a oportunidade de crescer em seu ministério pessoal e expandir suas fronteiras. Isso faz com que haja crescimento tanto na comunidade local como nos ministérios pessoais, o que de outra forma seria impossível acontecer. Pela união dos esforços, cria-se uma sinergia que dá oportunidade de crescimento a todos os componentes da rede.

Como funciona a cobertura através da VINHA?
Nosso intuito, como já mencionamos, é investir no reino do Senhor Jesus. Para isso, estamos Ã&xnbsp; disposição para inspirar, compartilhar e acompanhar qualquer comunidade do Senhor que queira algo que Ele tem nos dado.
No entanto é fundamental que o pastor ou comunidade que se achegue a nós, tenha muito claro o que deseja desse relacionamento. Sabemos que, Ã&xnbsp;s vezes, isso não é tão fácil quanto parece. Levando em consideração essa dificuldade, sugerimos um caminho a ser percorrido pelo pastor, para que fique claro tanto para ele quanto para a VINHA quais são as expectativas de ambos. Assim, dividimos esse relacionamento em três estágios, que explicamos a seguir.

Estágios de relacionamento
1. Comunhão espiritual
à o primeiro estágio de relacionamento e, nesta modalidade, se enquadram os pastores e líderes de comunidades que querem permanecer com suas estruturas, seus valores e métodos, mas desejam se unir Ã&xnbsp; VINHA apenas por se sentirem isolados e desejarem ter comunhão espiritual. à a forma mais básica de relacionamento.
Neste nível há poucas exigências e compromissos e, consequentemente, poucas mudanças nas práticas e no desempenho da igreja local. O comprometimento da VINHA com essas igrejas locais está ligado ao âmbito espiritual.
Além da cobertura apostólica, onde a VINHA assume compromisso com a comunidade e/ou organização local, existe a possibilidade de igrejas e organizações quererem orientações estruturais, sistemáticas e espirituais esporádicas e descomprometidas, uma vez que estão debaixo de outra linha de autoridade. A VINHA está aberta a compartilhar tudo o que for necessário para o crescimento e estabelecimento do Reino de Deus, porém, uma vez não estando debaixo da cobertura da VINHA, não existe compromisso da rede com o sucesso em estabelecer qualquer prática na comunidade local.
Todo o material da VINHA estará Ã&xnbsp; disposição dos pastores que estão neste nível.
Para ter comunhão de forma prática, espera-se que os pastores e líderes participem de nossos congressos nacionais. Além disso, eles precisam ter uma relação de amizade com um pastor associado da VINHA.
Neste nível, o pastor pode aprender nossa visão de célula, treinamento de líderes e outras práticas, observando-as em uma de nossas igrejas locais. Não nos comprometemos a ensinar de forma prática, enviando pastores ou outras pessoas para ministrarem treinamentos específicos.

2. Mentoreamento espiritual
Este segundo estágio de relacionamento é para aqueles que, depois de terem comunhão espiritual conosco, decidiram avançar em um relacionamento mais próximo da visão da VINHA.
Neste nível de relacionamento, o pastor recebe mentoreamento para colocar em prática o sitema de célula e também recebe cobertura espiritual. Nesta modalidade, não é a igreja local que se liga Ã&xnbsp; VINHA, mas sim seu pastor, que irá absorver os valores e usar os métodos e sistemas orientados pela rede, permanecendo, porém, com suas características peculiares desenvolvidas anteriormente ao se unir Ã&xnbsp; rede.
Ele não precisa estar completamente alinhado com nossas práticas e doutrinas, mas precisa estar disposto a ser uma igreja em célula. Ele pode manter todas as suas estruturas, práticas e ensinos desde que nenhuma dessas coisas comprometa o sucesso do projeto das células na igreja local. Além disso, ele somente pode ser aceito ser for o pastor presidente de sua igreja. Pastores auxiliares são aceitos desde que o pastor presidente seja associado da rede.
O nível de compromisso da VINHA com o sucesso destes pastores e comunidades locais é diretamente proporcional ao compromisso que elas tem com os valores e práticas orientados pela rede.
Neste nível de relacionamento, o pastor deve participar das reuniões da VINHA nacional e regional, e receber mentoreamento pessoal do pastor responsável por sua região. Se preferir, ele pode optar por um acompanhamento mais distante, onde o mentoreamento será limitado Ã&xnbsp;s reuniões periódicas de capacitação.
O pastor também pode usar todo o material da Videira e comprá-lo com um desconto de atacado.
Neste estágio, como o pastor é acompanhado por alguém indicado pela VINHA, é necessário que ele contribua com seu dízimo pessoal Ã&xnbsp; VINHA como forma de reconhecer que uma autoridade está sobre ele e que um trabalho, claramente definido, está sendo desenvolvido em sua vida.

3. Cobertura apostólica
Este terceiro estágio de relacionamento é para aqueles que, depois de terem comunhão espiritual e a sistemática de células implantada em suas igrejas, querem aprofundar ainda mais o relacionamento com a VINHA, desejando que não apenas o pastor da igreja seja acompanhado, mas que a igreja também receba um acompanhamento completo por parte da VINHA.
Nesta modalidade, uma igreja se une Ã&xnbsp; VINHA de modo estrutural, sistemático e espiritual. Ou seja, ela usa toda as estruturas, métodos, sistemas e práticas orientados pela VINHA, podendo, inclusive, assumir o próprio nome â€Videira†para identificar a igreja local, caso ache isso importante.
O acompanhamento do crescimento daÂ&xnbsp; igreja será feito de forma específica. Uma vez que uma comunidade local decida por esta modalidade, a VINHA se compromete com o total sucesso da mesma, apoiando-a em todas as áreas para o bom desenvolvimento da igreja local.
Uma igreja somente será aceita neste nível depois de passar pelos outros dois estágios de relacionamento, o que deve durar em torno de um ano. Após esse período, o conselho apostólico emitirá um parecer final se tal igreja poderá avançar para este último nível de relacionamento. O período de um ano é importante para se aprofundar os vínculos espirituais e adaptar as estruturas dentro da visão celular.
Ao chegar neste nível de relacionamento, já passamos pelo â€namoro†(primeiro nível), pelo â€noivado†(segundo nível) e estamos agora â€casados†(terceiro nível). Por isso, temos uma vida nova juntos, com privilégios e obrigações que fazem parte desse novo estágio de relacionamento, quais sejam:
- O pastor precisa se comprometer a participar de todas as reuniões acordadas entre ele e sua cobertura imediata, o que inclui também a conferência anual da VINHA em Goiânia, as reuniões de mentoreamento regional (estas reuniões são chamadas de reciclagens e acontecem pelo menos cinco vezes ao ano), a reunião de discipulado da região e, quando necessário, receber acompanhamento individual do discipulador.
- O pastor tem desconto de 50% nos materiais da VINHA e pode usá-los livremente em sua igreja.
- O pastor tem acesso a textos, powerpoints e mensagens gravadas produzidas pela VINHA. Somente este nível de cobertura dará acesso aos materiais gravados.
- Se houver necessidade, o pastor poderá receber ajuda do conselho apostólico em situações de divisão ou em outras circunstâncias onde seja necessário um parecer apostólico.
- Quando convidados, os pastores do conselho darão prioridade para os convites feitos pelas igrejas deste nível.
- O Estatuto, a Confissão de Fé e o Código de Ãtica Ministerial da VINHA devem ser estabelecidos na igreja local, pois, se estamos completamente ligados, nossa prática tem que ser comum.
- O pastor tem o compromisso de apresentar o relatório das células, celebrações e finanças da igreja.
Neste estágio, como a igreja é completamente envolvida numa visão de conquista crescente e abrangente de nossa geração, ela tem a responsabilidade de ajudar a financiar esse projeto. E a forma prática de realizar esta ajuda é contribuir com o dízimo de sua arrecadação Ã&xnbsp; VINHA, além do próprio dízimo pessoal do pastor.

Disponibilizamos todas as
palavras em áudio e DVD
das conferências e minis-
trações.

Fique inteirado de todos
os eventos e reuniões que
faremos, não fique desa-
desatua lizado.

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